Sobre a Sinastria

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A sinastria é um estudo feito para se examinar relacionamentos mais mapas individuais e no cálculo dos interaspectos (aspectos astrológicos que se formam de um mapa para outro).

Um fato que me pareceu surpreendente logo que comecei a estudar sinastrias foi a forte presença de aspectos astrológicos de tensão nos estudos de comparação de mapas de relacionamentos produtivos e duradouros. Através dos aspectos de tensão e os desafios que estes apresentam, crescemos na vida: o ser humano visa evolução, crescimento, ainda que nem sempre tenha consciência disso. Assim, os relacionamentos mais duradouros e estáveis apresentam tanto aspectos de tensão como aspectos harmônicos, fluentes; eles são fáceis e difíceis, agradáveis e desagradáveis ao mesmo tempo.

Como nos mapas individuais, os aspectos não são negativos ou positivos em si. Muito depende do trabalho que a pessoa realiza com as tendências indicadas por esses aspectos. Mas simbolicamente a harmonia e desarmonia indicadas pelos aspectos representam os aspectos contraditórios e complexos de nossos relacionamentos e sentimentos.


Nada é mais determinante em termos de relacionamentos humanos que o livre-arbítrio, como a própria astrologia nos ensina. Os signos e eixos que falam de relacionamentos na astrologia são os que simbolizam o livre-arbítrio na existência. Nenhum aspecto astrológico pode simbolizar o amor, pois é certamente a existência deste que determina o da astrologia

O amor, o afeto é sempre o que mais importa em qualquer relacionamento; é o aspecto decisivo, e que pode de fato trazer a luz a um relacionamento, e às nossas vidas.


Escrito por Taróloga Denise Fernandes Silva para www.donseluz.com.br
* Permitida a reprodução, desde que citada a fonte. Os conteúdos e opiniões expressos
nesta obra são de responsabilidade de seus autores.

 

 

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Tempos da lua

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Sempre é tempo de alguma coisa. Buscar o tempo certo era tarefa dos alquimistas, eles sabiam que só no tempo certo seria possível obter alguns resultados específicos. É difícil se pensar em qualidade sem se pensar a questão do tempo junto.

O tempo certo para os alquimistas tinha a ver com o movimento dos planetas. O tempo transcende o nosso universo individual de várias formas. E fica quase impossível pensarmos nossas vidas sem olharmos a questão do Tempo.

As fases da lua constituem uma das maneiras mais antigas e precisas de se medir o tempo. O movimento da Lua retrata de maneira significativa os movimentos de fluxo e refluxo de toda a Natureza, de uma forma que podemos contar esse tempo, e prever esse tempo.

Vemos sempre a luz do sol que a lua reflete. A lua é um astro que não tem luz própria. A analogia é muito bonita: a alma, as emoções, (a Lua), refletem a luz do espí­rito, da vontade (o Sol). Dessa forma, o que vemos sempre nas fases lunares é a relação entre o Sol e a Lua. Na lua nova, o Sol fecunda a Lua. Ela fica grávida do Sol, e essa gravidez chega ao máximo na lua cheia, que representa o ápice de todas as coisas. Por isso, a lua nova constitui sempre um momento propício para se começar as coisas, é a melhor época para plantar. A lua nova é invisível: quando a noite fica mais escura, quando podemos observar melhor as estrelas, sim, nesse momento, a natureza é fecundada, a alma é fertilizada, tocada pelo espírito.

A lua crescente é um bom período para darmos continuidade àquilo que começamos. É o momento de adubar a terra, vigiar para não ter pragas, tirar as ervas daninhas da plantação. Nessa lua, o movimento é de desenvolvimento, de expansão horizontal, de uso correto do livre-arbítrio. É a lua de Diana, a deusa caçadora da mitologia, e é bom para batalharmos por aquilo que queremos, com a proteção dessa deusa nesse período.

Na lua cheia, apogeu de todos os fenômenos, temos um bom momento para tomarmos consciência de maneira geral. Muitas reuniões de grupos místicos são tradicionalmente realizadas na Lua Cheia. A lua cheia é boa para lançamentos de eventos ou produtos, estréias. Mas esse bom período para eventos e divulgações é no primeiro dia da lua cheia, quando ela está inteira no céu. No segundo dia da lua cheia, a lua já começa a diminuir no céu e aí é bom para finalizar processos, para colocar em prática a consciência adquirida no primeiro dia da lua cheia. A lua cheia é o máximo da gravidez da lua: o filho-fruto está pronto no interior. A lua cheia muitas vezes inspira excessos. No primeiro dia da lua cheia é o melhor dia para colher plantas medicinais e até alimentos. A lua cheia é boa em todo o seu período para colheitas.

A lua minguante já é um bom período para finalizações, revisões. Podemos aproveitar para terminar aquilo que parece difí­cil. Essa fase da lua é tradicionalmente um bom período para podar, a energia essencial da planta está mais no seu interior, a poda na lua minguante não danifica a essência. É de novo um período de adubar, de esperar, de cuidar. Na lua nova plantamos, na lua minguante podemos avaliar o processo vivido e nos preparamos para um novo ciclo. É sempre tempo de alguma coisa maravilhosa segundo a Lua.


Escrito por Taróloga Denise Fernandes Silva para www.donseluz.com.br
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